Nossos Troncos Missioneiros nosso canto das missões ganha o mundo

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Os jesuítas nos evangelizaram e nós empreguinamos o mundo com a arte missioneira.
Vídeo de Pedro Ortaça sobre os monumentos.


Todos os quatro cada um com sua maneira, características, com estilo próprio, todos amigos, unidos, os Quadro Troncos sobre a bandeira de um só ideal, o amor a terra missioneira e sua historia, hermanos que somaram em suas artes e poesias escrevendo e marcando a ferro, protegendo tudo o que tanto nos orgulhamos hoje, batalhas em uma época que só quem viveu pode ter direito a falar. 
Quatro Troncos Missioneiros ninguém os dobrou e nunca perderam o tino, em suas lutas tendo violas como lanças na mão levaram nossos costumes e tradições desfraldando fronteiras de forma altiva, seus legados são nossos pontos de origem hoje e fizeram eternos por suas ações, exemplos e obras imponentes se fazem agora bandeiras de concreto, obeliscos que materializam suas canções, marcando nosso território missioneiro riscando o braseiro do sol no horizonte com suas imagens e nossas almas com suas obras. 
Necessário e justo se faz, aqui na terra que os viu nascer e que e de sol a sol cantaram em eternas payadas erguer-se monumentos para simbolizar que seus cantos refletem a cor desta terra, desta nação desta raça.
Hoje comunidades de Bossoroca e São Miguel das Missões representando a Região das Missões buscam materializar em monumentos a contribuição dos Troncos Missioneiros, estão mobilizando-se para erguer estatuas a esses artistas que imortalizaram nossa cultura para o mundo, participe!
Bossoroca para Noel Guarani e São Miguel das Missões para Cenair Maicá.
Se te orgulhas, quer trabalhar, te arremanga e entra na lida. Precisamos de tudo e de todos, não se diz que ama, se ama, não fala, faz! Aqui… Não se faz meia homenagem, agarramos, nos abraçamos, somos passionais, companheiros, somos os melhores entre os maiores, temos como dever e costume gratidão aos nossos ancestrais. Jayme em São Luiz Gonzaga, Noel Guarani em Bossoroca e Cenair Maicá em São Miguel das Missões são sinuelos, que cantaram nossas tradições em musica, hoje, símbolos sagrados gerados por uma terra que foi berço e nascente do Riogrande.
A estátua ao Jayme Caetano Braun é um ótimo exemplo, olhe o que esta acontecendo em seu entorno e os projetos que envolvem a cultura dos Troncos Missioneiros, quantos jovens hoje tem esse obelisco gaúcho concretado em seu sangue. CTGs, Piquetes, Invernadas, mobilizem-se, criem alternativas e participem. 
Faz-se necessário mais que nunca erguer esses monumentos, pois nosso povo esta carente de história.

Quer vivenciar de perto a cultura missioneira? vem pro tenonde: : Vá para Reservas!

Fonte de texto: Portal das Missões

Revitalização do Espetáculo Som e Luz

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Revitalização do Espetáculo Som e Luz: Depois de mais de 30 anos de apresentações diária, a requalificação do Espetáculo de Som e Luz trará como principal novidade a tradução para os idiomas inglês e espanhol. O turista poderá acompanhar através de fones de ouvidos.

O recurso, patrocinado pelo BNDES, possibilitará a modernização do Espetáculo, criado em 1978 como uma narrativa da história das Missões Jesuítico-Guaranis apresentada através de efeitos especiais de luz e som diariamente, ao entardecer, no Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, na cidade de São Miguel das Missões.

Blog Viagens que Sonhamos Exalta o Tenondé em São Miguel das Missões

Olha que legal! O Ariel, a Francine e o Álvaro do Blog Viagens que Sonhamos foram para São Miguel e ficaram no Tenondé. Confira a matéria e o depoimento deles sobre o Hotel:

“Ficamos hospedados no ótimo Tenondé Park Hotel, que fica super próximo às Ruínas de São Miguel. O hotel é bastante grande, com uma área externa bem bonita e excelente para as crianças brincarem. Tem playground, quadra de vólei de areia, casinha de boneca, piscina e muita área verde e sombra entre as árvores. O quarto é bastante confortável, e o hotel oferece café da manhã incluído na diária. O restaurante funciona ala carte e em alguns dias no sistema de buffet. Solicitamos refeição infantil e fomos prontamente atendidos.”

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Lançamento do Livro Sepé Tiarajú no Tenondé

Casa cheia para o lançamento do livro Sepé Tiarajú de Aley Cheuiche e Leonid Streliaev com direito a show de Pedro Ortaça e coral guarani-missioneiro.

Evento de Lançamento do Livro Sepé Tiarajú no Tenondé de alma Missioneira, arte Cultura e emoção , cumprindo a Visão do Tenondé de se tornar um grande portal de Lazer , cultura, arte e espiritualidade! Na foto nossa bandeira da Nação Missioneira !

Cultura e emoção na música barroca em grande performance do Fernando Cordella no cravo no Tenondé, além da emoção e Poesia do autor de Sepé Tiarajú Alcyr Cheuiche no Tenondé de Alma Missioneira!

A República Guarani, experiência única de uma verdadeira sociedade cristã, feita pelos jesuítas durante 150 anos na América do Sul, foi qualificada pelo filósofo francês Voltaire como um verdadeiro triunfo da Humanidade. No território, hoje brasileiro, existiram sete cidades que a História batizou de Sete Povos das Missões. A maior e mais austral delas, São Miguel Arcanjo, é o principal palco deste romance histórico que estamos oferecendo ao leitor. Sepé Tiaraju, hoje alçado, em Brasília, ao Panteão da Pátria Brasileira, unia às características atávicas da raça uma cultura superior que adquirira com os padres jesuítas.

Este livro é essencialmente a sua história. Mas é também a História das Missões do Rio Uruguai. Esta edição bilíngue (português e alemão), iluminada com talento e sensibilidade pela arte fotográfica de Leonid Streliaev, valorizada pelo prefácio histórico do saudoso mestre Clovis Lugon e por uma cuidadosa versão em alemão de Helmut Burger, é dedicada às primeiras famílias da Alemanha que, no longínquo ano de 1824, atravessaram o mar oceano para construir uma nova pátria. Quase duzentos anos depois, no grande caldeamento de etnias que forma o Brasil, é como se os primitivos habitantes guaranis os recebessem no palco dos seus maiores triunfos e de sua grande tragédia. Desta vez revelando os tesouros da cultura e da agricultura que amealharam durante o século anterior à chegada dos alemães, base de todo o progresso material e humano destas plagas brasileiras do Sul.